Redes fortes se constroem por dentro.

A OnRede é uma consultoria para franqueadoras e redes de varejo que querem fazer o modelo de negócio acontecer em cada unidade: implantação, operação, performance e capacitação de franqueados e equipes.

+14 anosem franquias e varejo, incluindo multinacional
+400 lojasimplantadas em todas as regiões do Brasil
+1.600 pessoasimpactadas por treinamentos e implantações

Conheça a OnRede

Conheça nossa forma de trabalhar, nossos serviços e a trajetória por trás da consultoria.

A primeira franquia foi vendida. E agora?

A formatação dá à franqueadora o modelo, os manuais e a estrutura para crescer. O passo seguinte é outro desafio: fazer cada franqueado executar esse modelo com o mesmo padrão, da inauguração ao dia a dia da loja.

É aí que a OnRede entra. Trabalhamos lado a lado com a franqueadora para transformar o que está no papel em rotina de operação, com franqueados preparados, indicadores acompanhados e uma rede que cresce com consistência.

Quem somos

A OnRede Consultoria e Franchising nasceu da experiência de campo em mais de 400 implantações de lojas pelo Brasil. Atuamos ao lado de franqueadoras e redes de varejo para que cada unidade da rede opere com padrão, pessoas preparadas e resultados consistentes.

Missão

Preparar franqueadoras e franqueados para transformar o modelo de negócio em resultados reais em cada unidade, desenvolvendo as pessoas que fazem a rede acontecer.

Visão

Ser referência nacional em implantação e capacitação de redes de franquias, reconhecida por construir redes fortes de dentro para fora.

Nossos valores

Nosso valor central

Humanização do varejo

Por trás de cada loja existem pessoas: franqueados, equipes e clientes. Acreditamos que resultados sustentáveis nascem do cuidado com quem faz o varejo acontecer todos os dias, com escuta, respeito e desenvolvimento.

  • Educação que transforma

    Capacitar é o caminho mais seguro para uma rede crescer com padrão.

  • Parceria de verdade

    Trabalhamos lado a lado com a franqueadora, como parte do time.

  • Foco em resultado

    Cada ação tem objetivo, indicador e acompanhamento.

  • Ética e transparência

    Relações claras com franqueadores, franqueados e parceiros.

Como a OnRede ajuda sua rede

Projetos sob medida ou horas de consultoria e mentoria, para redes pequenas, médias e grandes.

Implantação de franquias

Acompanhamento da abertura de novas unidades, do pré-inauguração aos primeiros meses de operação.

Operações e performance

Padrões de operação, indicadores e rotinas de acompanhamento para elevar os resultados das lojas.

Gestão de rede de lojas próprias

Estrutura de gestão para que as unidades próprias sirvam de referência para toda a rede.

Educação corporativa para franqueados

Programas de capacitação que preparam franqueados e equipes para executar o modelo de negócio.

Processos para vendas e resultados

Revisão de processos comerciais e operacionais com foco em vender mais e com mais margem.

Mentoria e consultoria por hora

Atendemos com pacotes de horas personalizados, montados de acordo com a necessidade de cada rede, para garantir apoio especializado no momento certo.

Como trabalhamos

Um caminho claro, do diagnóstico ao acompanhamento dos resultados.

  1. 1

    Diagnóstico

    Entendemos o momento da rede, os franqueados e onde estão os gargalos.

  2. 2

    Plano de ação

    Definimos prioridades, metas e o desenho do trabalho junto com a franqueadora.

  3. 3

    Execução e capacitação

    Colocamos o plano em prática e preparamos o time e os franqueados.

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    Acompanhamento

    Medimos os resultados e ajustamos a rota até o padrão se sustentar.

William Oliveira, fundador da OnRede

William Oliveira

Especialista em Franchising

São mais de 14 anos dedicados a franquias e varejo, com atuação em implantação de franquias em nível nacional e em operações de redes, incluindo uma multinacional do setor óptico.

MBA em Gestão de Negócios em Comércio e Vendas pela FGV e graduado em Administração e em Pedagogia, une a prática de campo à educação para preparar franqueados e equipes.

Trajetória em redes como
Óticas Carol
Sunglass Hut
GrandVision by Fototica
Mr Mix Sorvetes

Parceiros

Trabalhamos em conjunto com empresas que complementam a jornada da franqueadora, da formatação à gestão financeira.

Inova Consultoria e Franquias

Formatação de franquias e manuais de implantação.

F360

Gestão financeira para redes e franquias.

Artigos

Reflexões e práticas sobre franchising, implantação e gestão de redes.

  • A formatação é o alicerce de qualquer rede. Ela define o modelo, organiza os manuais, estrutura a oferta e prepara a franqueadora para crescer. Mas, quando o primeiro contrato é assinado, começa uma etapa que nenhum manual resolve sozinho: fazer o modelo funcionar na loja, com pessoas reais, num ponto real.

    Nas implantações que acompanhei, a diferença entre uma unidade que deslancha e uma que patina raramente estava no manual. Estava na forma como o franqueado foi preparado, na clareza das primeiras semanas de operação e na presença da franqueadora nesse período.

    Três pontos costumam decidir esse início: um cronograma de implantação com responsáveis definidos, uma capacitação que vá além da teoria e um acompanhamento próximo nos primeiros meses, com poucos indicadores, mas bem escolhidos.

    Rede forte não é a que tem o manual mais bonito. É a que consegue repetir o padrão em cada unidade.

    Referências

    1. BRASIL. Lei nº 13.966, de 26 de dezembro de 2019. Dispõe sobre o sistema de franquia empresarial e revoga a Lei nº 8.955, de 15 de dezembro de 1994. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 27 dez. 2019.
    2. CHERTO, Marcelo et al. Franchising: uma estratégia para a expansão de negócios. São Paulo: Premier Máxima, 2006.
    3. GERBER, Michael E. The E-Myth Revisited: why most small businesses don’t work and what to do about it. New York: HarperCollins, 1995.
  • Muitas redes investem pesado na venda da franquia e na inauguração e, depois, deixam o franqueado sozinho justamente no período mais delicado. Os primeiros 90 dias definem hábitos, expectativas e, muitas vezes, a relação entre franqueado e franqueadora pelos anos seguintes.

    Nesse período, o franqueado precisa de três coisas: rotina clara, apoio rápido para resolver problemas e indicadores simples que mostrem se a loja está no caminho certo.

    Visitas de campo planejadas, reuniões curtas de acompanhamento e um canal direto com o suporte fazem mais diferença do que relatórios extensos. O objetivo é que o franqueado aprenda a operar com autonomia, sem perder o padrão da marca.

    Quando a franqueadora cuida bem desse começo, ganha um franqueado mais confiante, uma unidade mais saudável e um parceiro que vai ajudar a rede a crescer.

    Referências

    1. MELO, Pedro Lucas de Resende; ANDREASSI, Tales (org.). Franquias brasileiras: estratégia, empreendedorismo, inovação e internacionalização. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
    2. BLAIR, Roger D.; LAFONTAINE, Francine. The Economics of Franchising. Cambridge: Cambridge University Press, 2005.
  • Indicadores, processos e padrões são indispensáveis. Mas por trás de cada número existe uma pessoa: o franqueado que investiu no negócio, o vendedor que atende o cliente e o cliente que decide voltar ou não.

    Humanizar o varejo é colocar essas pessoas no centro das decisões. É ouvir o franqueado antes de cobrar, treinar a equipe antes de exigir e entender o cliente antes de oferecer.

    Na prática, isso aparece em gestos simples: feedback frequente e respeitoso, treinamentos que fazem sentido para a realidade da loja, reconhecimento de quem entrega resultado e comunicação clara entre franqueadora e rede.

    Redes que cuidam das pessoas costumam ter menos rotatividade, mais engajamento e clientes mais fiéis. No fim, humanização e resultado caminham juntos.

    Referências

    1. HESKETT, James L. et al. Putting the service-profit chain to work. Harvard Business Review, v. 72, n. 2, p. 164-174, mar./abr. 1994.
    2. EDMONDSON, Amy C. The Fearless Organization: creating psychological safety in the workplace for learning, innovation, and growth. Hoboken: Wiley, 2018.
  • Vender uma franquia é diferente de escolher um parceiro. Quando a expansão olha só para o capital disponível, a rede corre o risco de trazer pessoas que têm dinheiro para investir, mas não têm perfil para operar o negócio.

    O franqueado ideal combina capacidade financeira, disposição para seguir um modelo e afinidade com a rotina da operação. Alguém que gosta de inovar o tempo todo, por exemplo, pode sofrer num sistema que exige padrão rigoroso.

    Entrevistas estruturadas, conversas com franqueados atuais e alguns dias de vivência numa loja da rede ajudam o candidato e a franqueadora a tomarem uma decisão mais consciente.

    Cada franqueado bem escolhido fortalece a marca. Cada escolha apressada pode custar caro para os dois lados.

    Referências

    1. SHANE, Scott A. From Ice Cream to the Internet: using franchising to drive the growth and profits of your company. Upper Saddle River: Prentice Hall, 2005.
    2. ABF – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FRANCHISING. Pesquisa de Desempenho do Franchising Brasileiro. São Paulo: ABF. Publicação periódica.
    3. BRASIL. Lei nº 13.966, de 26 de dezembro de 2019. Dispõe sobre o sistema de franquia empresarial e revoga a Lei nº 8.955, de 15 de dezembro de 1994. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 27 dez. 2019.
  • Não adianta ter dezenas de relatórios se ninguém sabe quais números realmente importam. Uma boa gestão de rede começa com poucos indicadores, bem definidos e acompanhados com regularidade.

    Entre os principais estão o faturamento por unidade e sua evolução, o ticket médio, a conversão de vendas, a margem, os custos de pessoal e a satisfação dos clientes. Somados, eles mostram se a loja vende bem, vende com lucro e mantém o cliente por perto.

    Mais importante do que medir é comparar. Quando a franqueadora coloca as unidades lado a lado, descobre boas práticas que podem ser replicadas e identifica cedo as lojas que precisam de apoio.

    Indicador bom é aquele que vira conversa com o franqueado e plano de ação, não apenas um número no relatório.

    Referências

    1. KAPLAN, Robert S.; NORTON, David P. A estratégia em ação: balanced scorecard. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
    2. REICHHELD, Frederick F. The one number you need to grow. Harvard Business Review, v. 81, n. 12, p. 46-54, dez. 2003.
  • O consultor de campo é a ponte entre a franqueadora e o franqueado. É ele quem leva o padrão da marca para dentro da loja e traz de volta o que está acontecendo na ponta.

    Quando essa função se resume a fiscalizar, a relação se desgasta. O franqueado passa a ver o consultor como alguém que só aparece para apontar erros. Quando o consultor atua como orientador, a visita vira oportunidade de melhoria.

    Um bom consultor de campo prepara a visita com dados, observa a operação, conversa com a equipe e sai da loja com combinados claros e prazos definidos. Na visita seguinte, retoma esses combinados.

    Investir na formação dos consultores de campo é investir diretamente no resultado de toda a rede.

    Referências

    1. CAMPOS, Vicente Falconi. Gerenciamento da rotina do trabalho do dia a dia. Nova Lima: INDG Tecnologia e Serviços, 2004.
    2. BLANCHARD, Kenneth; ZIGARMI, Patricia; ZIGARMI, Drea. Leadership and the One Minute Manager. New York: William Morrow, 1985.
  • As lojas próprias têm um papel estratégico que muitas franqueadoras subestimam: são o lugar ideal para testar produtos, processos e campanhas antes de levá-los para toda a rede.

    Uma unidade própria bem gerida mostra na prática que o modelo funciona. Ela serve de referência para novos franqueados, de base para treinamentos e de vitrine para quem está avaliando investir na marca.

    Para cumprir esse papel, a loja própria precisa seguir o padrão com ainda mais rigor do que as franqueadas. Se a própria franqueadora não segue o manual, fica difícil cobrar isso da rede.

    Loja própria não é só fonte de receita. É o laboratório onde a rede aprende antes de errar em escala.

    Referências

    1. BLAIR, Roger D.; LAFONTAINE, Francine. The Economics of Franchising. Cambridge: Cambridge University Press, 2005.
    2. RIES, Eric. The Lean Startup. New York: Crown Business, 2011.
  • Entregar o manual e fazer uma semana de treinamento antes da inauguração é o mínimo. O desafio é garantir que o conhecimento chegue à rotina da loja e seja mantido ao longo do tempo.

    Treinamentos que funcionam combinam teoria e prática, usam situações reais da operação e são adaptados para quem vai aplicar: o franqueado, o gerente e a equipe de atendimento têm necessidades diferentes.

    Também é importante pensar na reciclagem. A rotatividade no varejo é alta, e a equipe que foi treinada na inauguração muitas vezes já não está mais na loja seis meses depois. Trilhas de capacitação contínuas resolvem esse problema.

    Quando a franqueadora trata a educação como parte da operação, e não como um evento isolado, o padrão deixa de depender de pessoas específicas.

    Referências

    1. KIRKPATRICK, Donald L.; KIRKPATRICK, James D. Evaluating Training Programs: the four levels. 3. ed. San Francisco: Berrett-Koehler, 2006.
    2. KNOWLES, Malcolm S.; HOLTON, Elwood F.; SWANSON, Richard A. The Adult Learner. 6. ed. Burlington: Elsevier, 2005.
  • Boa parte dos conflitos em redes de franquias nasce de falhas de comunicação: informações que chegam tarde, mudanças sem explicação ou franqueados que não se sentem ouvidos.

    Uma comunicação eficiente tem canais definidos, periodicidade e linguagem clara. O franqueado precisa saber onde encontrar as informações, quem procurar para cada assunto e quando vai receber retorno.

    Ouvir também faz parte. Reuniões periódicas com a rede, pesquisas de satisfação e conselhos de franqueados ajudam a franqueadora a entender a realidade das lojas e a tomar decisões melhores.

    Franqueado bem informado executa melhor. Franqueado ouvido se sente parte da rede.

    Referências

    1. EDMONDSON, Amy C. The Fearless Organization: creating psychological safety in the workplace for learning, innovation, and growth. Hoboken: Wiley, 2018.
    2. MELO, Pedro Lucas de Resende; ANDREASSI, Tales (org.). Franquias brasileiras: estratégia, empreendedorismo, inovação e internacionalização. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
  • Crescer é o objetivo de toda franqueadora, mas crescer sem estrutura pode comprometer a marca. Quando o número de unidades avança mais rápido do que a capacidade de suporte, os problemas aparecem: padrão desigual, franqueados insatisfeitos e unidades fechando.

    Antes de acelerar a expansão, vale fazer algumas perguntas. A equipe de implantação dá conta de mais aberturas? O suporte consegue atender toda a rede com qualidade? Os processos estão documentados e testados?

    Um ritmo de crescimento compatível com a estrutura protege o franqueado, que investiu no negócio, e protege a marca, que depende da experiência do cliente em cada unidade.

    Rede saudável não é a que abre mais lojas no ano. É a que mantém as lojas abertas, rentáveis e no padrão.

    Referências

    1. COLLINS, Jim. How the Mighty Fall: and why some companies never give in. New York: HarperCollins, 2009.
    2. SHANE, Scott A. From Ice Cream to the Internet: using franchising to drive the growth and profits of your company. Upper Saddle River: Prentice Hall, 2005.
  • A Lei nº 13.966/2019 substituiu a antiga Lei nº 8.955/1994 e passou a reger o sistema de franquia empresarial no Brasil. Ela trouxe mais clareza e transparência para a relação entre franqueadora e franqueado.

    O ponto central continua sendo a Circular de Oferta de Franquia (COF), que deve ser entregue ao candidato pelo menos 10 dias antes da assinatura do contrato ou do pagamento de qualquer taxa. A COF reúne informações como histórico da empresa, balanços, pendências judiciais, perfil do franqueado ideal, taxas, regras de território e a relação de franqueados atuais e dos que saíram da rede.

    A lei também deixa claro que a franquia não caracteriza relação de consumo nem vínculo empregatício entre franqueadora e franqueado. Se a COF não for entregue no prazo ou trouxer informações falsas, o franqueado pode pedir a anulação do contrato e a devolução dos valores pagos.

    Mais do que cumprir uma exigência legal, uma COF bem feita é um instrumento de transparência. Ela ajuda a atrair franqueados alinhados ao negócio. Para decisões específicas, conte sempre com um advogado especializado em franchising.

    Referências

    1. BRASIL. Lei nº 13.966, de 26 de dezembro de 2019. Dispõe sobre o sistema de franquia empresarial e revoga a Lei nº 8.955, de 15 de dezembro de 1994. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 27 dez. 2019.
    2. CHERTO, Marcelo et al. Franchising: uma estratégia para a expansão de negócios. São Paulo: Premier Máxima, 2006.
    3. ABF – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE FRANCHISING. Pesquisa de Desempenho do Franchising Brasileiro. São Paulo: ABF. Publicação periódica.
  • A inauguração é o momento em que o franqueado, a equipe e a comunidade conhecem a loja pela primeira vez. Uma abertura mal organizada pode marcar negativamente a unidade por muito tempo.

    Antes de abrir as portas, é preciso conferir obra e layout dentro do padrão, licenças e alvarás em dia, sistemas funcionando, estoque inicial abastecido e equipe completa e treinada.

    Também vale planejar a divulgação local, prever reforço de pessoal nos primeiros dias e garantir a presença de alguém da franqueadora para apoiar decisões rápidas. Um ensaio de operação, com atendimento simulado, revela falhas que passariam despercebidas no papel.

    Uma boa inauguração não termina no dia da abertura. As primeiras semanas pedem acompanhamento próximo para corrigir rotas antes que pequenos problemas virem hábitos.

    Referências

    1. GERBER, Michael E. The E-Myth Revisited: why most small businesses don’t work and what to do about it. New York: HarperCollins, 1995.
    2. MELO, Pedro Lucas de Resende; ANDREASSI, Tales (org.). Franquias brasileiras: estratégia, empreendedorismo, inovação e internacionalização. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
    3. UNDERHILL, Paco. Why We Buy: the science of shopping. New York: Simon & Schuster, 1999.
  • Lojas excelentes raramente dependem de grandes ideias. Elas se destacam porque fazem bem, todos os dias, o básico: abrir no horário, manter o padrão de exposição, atender bem e fechar o caixa sem erros.

    Gestão da rotina é transformar essas tarefas em processos claros, com responsáveis, horários e checklists simples. Quando a rotina está organizada, o gerente ganha tempo para o que realmente faz diferença: desenvolver a equipe e vender mais.

    O ciclo PDCA (planejar, executar, verificar e agir) ajuda a melhorar continuamente. A loja identifica um problema, testa uma solução, mede o resultado e, se funcionar, transforma a solução em padrão.

    Para a franqueadora, ensinar gestão da rotina aos franqueados é uma das formas mais eficazes de garantir consistência em toda a rede.

    Referências

    1. CAMPOS, Vicente Falconi. Gerenciamento da rotina do trabalho do dia a dia. Nova Lima: INDG Tecnologia e Serviços, 2004.
    2. DEMING, W. Edwards. Out of the Crisis. Cambridge: MIT Press, 1986.
  • Com o crescimento das compras on-line, a loja física precisa oferecer algo que a tela não oferece: contato humano, experimentação e uma experiência que faça o cliente querer voltar.

    Experiência começa antes da venda. Fachada, vitrine, organização, iluminação e a forma como o cliente é recebido nos primeiros segundos influenciam a decisão de entrar, permanecer e comprar.

    Ouvir o cliente é parte do processo. Pesquisas rápidas de satisfação e indicadores como o NPS mostram o que está funcionando e onde a loja precisa melhorar.

    Numa rede de franquias, o desafio é garantir que essa experiência seja a mesma em todas as unidades. É isso que transforma uma loja em marca.

    Referências

    1. PINE, B. Joseph; GILMORE, James H. The Experience Economy. Boston: Harvard Business School Press, 1999.
    2. UNDERHILL, Paco. Why We Buy: the science of shopping. New York: Simon & Schuster, 1999.
    3. REICHHELD, Frederick F. The one number you need to grow. Harvard Business Review, v. 81, n. 12, p. 46-54, dez. 2003.
  • O gerente de loja é quem traduz a estratégia da rede em ação no dia a dia. Uma boa liderança na loja faz a diferença no clima da equipe, no atendimento e no resultado.

    Não existe um único estilo de liderança que funcione para todos. Um vendedor recém-contratado precisa de orientação próxima, enquanto um profissional experiente precisa de autonomia e desafios. Adaptar a liderança ao momento de cada pessoa é uma habilidade que pode ser desenvolvida.

    Equipes que se sentem seguras para tirar dúvidas, apontar problemas e sugerir melhorias aprendem mais rápido e erram menos. Criar esse ambiente é responsabilidade do líder.

    Investir na formação de gerentes é uma das decisões mais inteligentes que uma rede pode tomar, porque cada gerente bem preparado multiplica o padrão da marca na sua equipe.

    Referências

    1. BLANCHARD, Kenneth; ZIGARMI, Patricia; ZIGARMI, Drea. Leadership and the One Minute Manager. New York: William Morrow, 1985.
    2. EDMONDSON, Amy C. The Fearless Organization: creating psychological safety in the workplace for learning, innovation, and growth. Hoboken: Wiley, 2018.
  • A rotatividade é um dos maiores desafios do varejo. Cada vez que um colaborador sai, a loja perde conhecimento, gasta com recrutamento e treinamento e, muitas vezes, piora o atendimento enquanto o novo profissional aprende.

    Existe uma relação direta entre a satisfação da equipe e a satisfação do cliente. Colaboradores motivados e bem treinados atendem melhor, e clientes bem atendidos voltam mais.

    Algumas práticas ajudam a reter talentos: processo seletivo cuidadoso, integração bem feita, metas claras, reconhecimento, feedback frequente e oportunidades de crescimento dentro da rede.

    Para a franqueadora, apoiar os franqueados na gestão de pessoas é proteger o padrão da marca. Equipe estável é atendimento consistente.

    Referências

    1. HESKETT, James L.; SASSER, W. Earl; SCHLESINGER, Leonard A. The Service Profit Chain. New York: Free Press, 1997.
    2. HESKETT, James L. et al. Putting the service-profit chain to work. Harvard Business Review, v. 72, n. 2, p. 164-174, mar./abr. 1994.
  • A visita de campo é uma das ferramentas mais valiosas da franqueadora, mas também uma das mais desperdiçadas quando vira apenas uma conversa informal ou uma lista de cobranças.

    Antes da visita, o consultor analisa os indicadores da loja, revisa os combinados anteriores e define os objetivos do encontro. Chegar preparado mostra respeito pelo tempo do franqueado.

    Durante a visita, vale observar a operação real, conversar com a equipe e não apenas com o franqueado, reconhecer o que está bem e tratar os pontos de melhoria com dados. Depois, tudo vira um plano de ação com responsáveis e prazos, registrado e compartilhado.

    Quando a visita segue esse ciclo, o franqueado percebe valor no suporte e a rede evolui de forma consistente.

    Referências

    1. CAMPOS, Vicente Falconi. Gerenciamento da rotina do trabalho do dia a dia. Nova Lima: INDG Tecnologia e Serviços, 2004.
    2. BLANCHARD, Kenneth; ZIGARMI, Patricia; ZIGARMI, Drea. Leadership and the One Minute Manager. New York: William Morrow, 1985.
  • Em muitas lojas, o vendedor ainda espera o cliente pedir um produto para então buscá-lo no estoque. A venda consultiva muda essa lógica: o vendedor entende a necessidade do cliente antes de oferecer qualquer coisa.

    Perguntas bem feitas são a base desse modelo. Ao entender a situação, o problema e o que o cliente espera, o vendedor consegue recomendar a solução certa, aumentar o ticket médio de forma natural e gerar confiança.

    Para funcionar, a venda consultiva precisa de treinamento, conhecimento de produto e tempo de prática. Roteiros simples e acompanhamento do gerente ajudam a equipe a incorporar o método.

    O resultado vai além da venda do dia. Cliente bem atendido volta e indica a loja para outras pessoas.

    Referências

    1. RACKHAM, Neil. SPIN Selling. New York: McGraw-Hill, 1988.
    2. UNDERHILL, Paco. Why We Buy: the science of shopping. New York: Simon & Schuster, 1999.
  • O conselho de franqueados é um grupo formado por representantes da rede que se reúne periodicamente com a franqueadora para discutir temas estratégicos, propor melhorias e levar a visão de quem está na ponta.

    Quando bem estruturado, o conselho fortalece a confiança, antecipa conflitos e melhora a qualidade das decisões. Mudanças de produto, campanhas e processos são testadas na conversa antes de chegar a toda a rede.

    Para funcionar, é importante definir regras claras: como os membros são escolhidos, com que frequência o grupo se reúne, quais temas são tratados e como as decisões são comunicadas ao restante da rede.

    Um conselho não tira a autoridade da franqueadora. Ele dá voz à rede e transforma franqueados em parceiros da construção da marca.

    Referências

    1. BLAIR, Roger D.; LAFONTAINE, Francine. The Economics of Franchising. Cambridge: Cambridge University Press, 2005.
    2. EDMONDSON, Amy C. The Fearless Organization: creating psychological safety in the workplace for learning, innovation, and growth. Hoboken: Wiley, 2018.
    3. MELO, Pedro Lucas de Resende; ANDREASSI, Tales (org.). Franquias brasileiras: estratégia, empreendedorismo, inovação e internacionalização. São Paulo: Cengage Learning, 2012.
  • Toda rede precisa inovar para continuar relevante. O desafio é fazer isso sem comprometer o padrão que dá consistência à marca.

    O caminho mais seguro é testar em pequena escala. Uma novidade pode ser aplicada primeiro em uma loja própria ou em algumas unidades piloto, com objetivos e indicadores definidos. Se funcionar, ganha escala. Se não, a rede aprende sem grandes prejuízos.

    A implantação também precisa de cuidado. Mudanças exigem comunicação clara do motivo, treinamento e acompanhamento. Franqueados envolvidos desde o início tendem a aderir com mais facilidade.

    Inovar com método é o que permite à rede evoluir sem perder a identidade.

    Referências

    1. RIES, Eric. The Lean Startup. New York: Crown Business, 2011.
    2. KOTTER, John P. Leading Change. Boston: Harvard Business School Press, 1996.

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William Oliveira · Especialista em Franchising